SEGUNDA-FEIRA
TERÇA-FEIRA
Maria Gadú participa do Prêmio Multishow
QUARTA-FEIRA
Lenine, Maria Gadu e outros contam quem influenciou suas carreiras
MARCUS PRETO
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
"Eu me reconheço aqui!" Ao mesmo tempo em que dizia a frase, Lenine lançava o polegar na direção dos cinco novatos no palco. "Eu faço parte desse negócio!"
Aconteceu em junho, no Auditório Ibirapuera (SP). Lotação esgotada para as gravações do DVD do grupo 5 a Seco --projeto que reúne Pedro Viáfora, Pedro Altério, Tó Brandileone, Vinicius Calderoni e Leo Bianchini.
Lenine está certo: faz parte do negócio. Tanto quanto seus colegas de geração: Chico César, Zélia Duncan, Zeca Baleiro, Marisa Monte, Paulinho Moska e Cássia Eller.
Com carreiras individuais correndo em paralelo ao grupo, os cinco do 5 a Seco fazem parte de uma novíssima cena na música brasileira.
São artistas que, fechado o ciclo de duas décadas que nos separam dos anos 1990, bebem diretamente na música deste passado recente.
O mesmo vale para Dani Black, filho da cantora Tetê Espíndola e do músico Arnaldo Black (de "Escrito nas Estrelas"), que já integrou o 5 a Seco e lança CD de estreia no mês que vem (leia ao lado). Vale para o cuiabano Paulo Monarco. E para os paulistas Leo Cavalcanti e Maria Gadú.
| FOTO: Luiza Sigulem/Folhapress | ||
| O músico Dani Black, um dos que bebe na fonte dos anos 1990 |
Mais famosa da geração até agora, Gadú é a porta-bandeira da turma. Faz a ponte entre os meninos e a indústria, contracenando com eles em discos ou em shows.
Frequentemente comparada a Marisa Monte (pelo timbre e maneira de cantar) e a Cássia Eller (pelo visual e postura cênica), ela afirma que a proximidade entre os meninos dos 2010 e os veteranos dos 1990 se dá pela bagagem afetiva da infância.
"[A geração 90] foi a primeira que a gente viu acontecer", diz. "Éramos crianças e ouvíamos aquilo em casa, acompanhávamos os primeiros shows. Víamos esses artistas enquanto crescíamos."
Black concorda. Sua relação com a música dos 1990 tem a ver com a infância.
"O que você quer ser quando crescer? Eu queria ser o Chico César e o Romário", diz. "Tinha sete anos, era a Copa de 94, do Romário, e o lançamento do CD 'Aos Vivos', do Chico. Aquela 'aula prática' de voz e violão foi direto no meu coração de criança."
"Dani parece se sentir muito confortável com as sonoridades misturadas dos anos 90", reconhece-se nele Zélia Duncan, com quem o rapaz já tem canções em parceria.
VIOLÃO
Se Gadú se aproxima de suas matrizes dos 1990 por semelhanças vocais, o que liga as duas pontas, no caso dos meninos, é, sobretudo, a maneira de lidar com o violão, tocado de maneira mais percussiva. Lenine é o modelo.
"Não é um desprezo pelas melodias --todo mundo ama o McCartney, o Steve Wonder e o Chico Buarque", diz Calderoni. "Mas é uma música que fez do violão seu trampolim. Um violão elaborado harmonicamente. Mas é a coisa rítmica que salta logo na primeira audição."
Para Kassin, 36, principal produtor da geração 2000 --uma antes da de Black e companhia, portanto--, trata-se de um revezamento natural.
"Tudo acontece em ciclos. São ondas de afirmação e negação, em que uma geração contraria a anterior", diz. "Se uma década é mais melódica, a seguinte tende a ser mais rítmica."
Música é matemática.
FONTE: Folha
QUINTA-FEIRA
Maria Gadú prepara disco inédito para fim de 2011
Álbum terá regravação de Beto Guedes
Gadú tem até a intenção de creditar esse novo álbum a sua banda, pois acredita que eles contribuiram tanto quanto ela ao trabalho. O disco será quase todo inédito, mas, como na sua estreia, trará duas regravações. Uma delas é "Amor de Índio", composição de Beto Guedes, também conhecida nas versões de Milton Nascimento e Roupa Nova.
O álbum ainda não tem data marcada para chegar às lojas, mas a previsão é que ele seja lançado pelo selo Slap ainda em 2011, provavelmente o fim de outubro e início de novembro. Uma das faixas do disco terá a participação do português Marco Rodrigues.
FONTE: Multishow
SÁBADO
Maria Gadú se apresenta na Fundição Progresso
Maria Gadú se apresenta na Fundição Progresso.
O show é parte da promoção de seu primeiro DVD, Multishow Ao Vivo - Maria Gadú.
No palco, a cantora paulista apresenta canções que se tornaram sucesso, como Shimbalaiê, Dona Cila, Lounge e Altar Particular, além de interpretar alguns clássicos da música brasileira.
Acompanhada de seu violão, Maria conta com o apoio de um quarteto de cordas, e a participação de Dani Black, Luiz Murá, Varandistas e Leandro Léo.FONTE: Guia de Cidades-Terra
DOMINGO
Maria Gadú embala vips em show no Rio
Cris Vianna, Julianne Trevisol e Lucas Cordeiro, de Malhação, curtiram show da cantora Maria Gadú na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, na noite de sábado, 10
FONTE: CARAS
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